Tipos de co-working: qual é o seu?


O mercado de co-workings está maior a cada dia. Só em 2019, o número de escritórios compartilhados no país cresceu 25%, segundo o censo da Co-working Brasil. Isso é excelente, principalmente para você, pois o que vemos é que co-working, e, principalmente, co-worker, não é tudo igual.

Mais do que oferecer um serviço de qualidade, o co-working mais adequado para cada um vai depender do seu perfil. Além disso, mesmo que no site o escritório pareça o ideal para você, não abra mão de uns dias no espaço. Afinal, além de match, tem que ter química entre você e o local. Só pessoalmente você vai descobrir se você tem afinidade com o espaço.

Como nas empresas tradicionais, provavelmente, o co-working que você escolher será sua segunda casa, pois passará boas horas do seu dia lá. Então, bora refletir sobre os dois modelos de escritório compartilhado mais comuns?

Co-working clássico

A premissa básica de um co-working, é o rateio dos custos e serviços básicos. Assim nasceu, de maneira bem espontânea, o primeiro escritório compartilhado do mundo. 17 engenheiros de computação criaram o C-Base na capital da Alemanha, na capital Berlim, em 1995.

Mais do que compartilhar equipamentos e o local, eles já tinham como objetivo a troca de conhecimento e conhecerem parceiros. Mas só em 1999, quando esses espaços de trabalho começaram a surgir nos Estados Unidos, é que o escritório compartilhado começou a ser chamado de co-working.

Essa é a característica de muitos escritórios compartilhados pelo mundo. A estrutura é básica. E como tudo que é básico, tem o que é fundamental para os residentes clássicos se desenvolverem bem: espaços adequados de trabalho, infraestrutura tecnológica de qualidade, estímulo ao networking e bom atendimento.

Co-working 2.0

O co-working 2.0, como nós mesmos denominamos, tem tudo que um escritório compartilhado clássico tem, porém, conta com espaços mais arrojados, alguns luxuosos. É comum oferecem happy hour regado a chopp gratuito, videogame e a clássica piscina de bolinha.

Exagero? Não para quem se identifica mais com um espaço assim. Normalmente, o valor por um co-working deste modelo é maior, pois há mais serviços agregados. Assim, pode ser que um residente no início do negócio prefira um co-working clássico. Pode acontecer também do co-worker preferir deixar o lazer para outros ambientes e momentos ou de considerar que a piscina, videogames e outros vão distraí-lo.

Antes de fechar o contrato

Os espaços devem ser antes de mais nada, agradáveis e adequados às funções exercidas, devem agilizar a rotina do cliente com a desburocratização da locação, com a cobertura de todas as demandas de uma estrutura física e proporcionar parcerias estratégicas e controle de custos. Dessa forma, tenha boas conversas com o gestor do espaço antes de fechar contrato. E, lembre-se, testar o escritório é a prova dos nove para saber se você realmente será feliz no co-working, independente de ser um que se enquadre no modelo clássico ou não.

Aliás, fica o convite para você conhecer o Co-Labor pessoalmente. Venha experimentar nosso jeito raiz de compartilhar escritórios. Entre em contato!

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